
Em verdade vos digo: não estou, por completa, de contas acertadas com meu (estúpido) coração que insiste em se envolver com uns sentimentos exacerbados. Ora! Como se já não fosse difícil o suficiente saber lidar com certos itinerários corriqueiros da vida. Seja lá essa história de largar a “school sweet school” e encarar a universidade; seja a obrigatoriedade de deixar partir, por outras estradas, um amigo muito estimado; ou, até mesmo, a árdua missão de manter o equilíbrio dentre o ambiente familiar...
Bem, muito além dessas atuações, as quais (creio eu) todos procuram cumprir sem sinalizar os possíveis pesares e “pra-que-isso”, eis que esta “engenhoca pulsante” deixa-se sucumbir por implosões avassaladoras.
Nossa... complicado administrar o todo e, ainda, ter que exibir um belo semblante de paisagem diante os alheios! Aquela famosa expressão facial de (dissimulada) normalidade, tão bem desempenhada, especialmente, pela classe feminina.
Ademais, qual finalidade do suposto irremediável, denominado, por muitos: amor, paixão, “fogo de palha” (o que preferir)?! Esse intruso decidido, por si, a arrebatar o que não lhe pertence sem sequer esperar um momento mais oportuno para agir...
Como quem se preocupa em aniquilar minhas indagações e meus ímpetos de revolta, Gabriel García Márquez consta em seu livro O Amor nos tempos do cólera o seguinte trecho:
Tinha que ensiná-la a pensar no amor como um estado de graça que não era meio para nada, e sim origem e fim em si mesmo
Bela expressão do dadaísmo!
ResponderExcluirKKKKKKKKKKKKKK, pois é... sou a desordem e o caos em pessoa!
ResponderExcluirGordinho, tu nem presta! rsrs